quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Difícil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama.
Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer
Não preciso ter ambições. Só tem uma coisa que eu quero muito: que a humanidade viva unida... negros e brancos todos juntos.
"Ideal seria que todas as pessoas soubessem amar, o tanto que sabem fingir"

Reforma Ortográfica

Desde o dia 1ª de janeiro de 2009 entraram em vigor no Brasil as novas regras ortográficas da língua portuguesa. Resultado de acordo envolvendo os oito países que falam português  (Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Timor Leste) , a reforma visa a simplificação da grafia e a unificação das regras do idioma. A reforma ortográfica, que atinge apenas 2% da escrita, deixa praticamente intactas as regras de acentuação gráfica, mas suprime o trema, simplifica as regras do hífen e elimina as consoantes mudas, como a letra "c" da palavra exacto.
A reforma começou em 1990, mas sua implantação é lenta. É preciso que os países ratifiquem as mudanças como fez o Congresso Nacional brasileiro. Em 2007, o Ministério da Educação do Brasil começou a preparar as mudanças nos livros didáticos e pretende que elas estejam totalmente implantadas em 2009. As maiores resistências à reforma vieram de Portugal, justamente o país que deve ter mudanças mais significativas. Os portugueses só ratificaram o acordo em maio de 2008.
As primeiras tentativas de unificação ortográfica dos países lusófonos aconteceram no início do século 20. No Brasil, já houve duas reformas ortográficas: em 1943 e em 1971. Ou seja, um brasileiro com mais de 65 anos vai passar por três reformas. Em Portugal, a última reforma aconteceu em 1945. E muitas diferenças entre Brasil e Portugal continuaram.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Artigo de opinião .

É comum encontrar circulando no rádio, na TV, nas revistas, nos jornais, temas polêmicos que exigem uma posição por parte dos ouvintes, espectadores e leitores, por isso, o autor geralmente apresenta seu ponto de vista sobre o tema em questão através do artigo de opinião.

É importante estar preparado para produzir esse tipo de texto, pois em algum momento poderão surgir oportunidades ou necessidades de expor ideias pessoais através da escrita.

Nos gêneros argumentativos, o autor geralmente tem a intenção de convencer seus interlocutores e, para isso, precisa apresentar bons argumentos, que consistem em verdades e opiniões.

O artigo de opinião é fundamentado em impressões pessoais do autor do texto e, por isso, são fáceis de contestar.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O Leão Apaixonado

Um Leão pediu a filha de um camponês em casamento. O Pai, desgostoso por não poder dizer não, já que dele tinha muito medo, viu também no momento, um bom modo de livrar-se de vez por toda do problema.

Ele disse que concordaria em tê-lo como genro, mas com uma condição; Este deveria deixar-lhe arrancar suas unhas e dentes, pois sua filha tinha muito medo dessas coisas.

Contente da vida leão concordou. Feito isso, o ele volta a fazer seu pedido, mas o camponês, que já não mais o temia, pegou um cajado e expulsou-o de sua casa, o que o fez com que o leão voltasse para a floresta.

Autor: Esopo


Moral da História: Todos os problemas, quando examinados de perto, acabam por revelar sua solução.

O Ladrão e o Cão de Guarda

Um ladrão veio à noite com o intuito de assaltar uma casa. Ele trazia consigo vários pedaços de carne, para que pudesse acalmar um bravo Cão de Guarda que vigiava o local. A carne serviria para distraí-lo, e assim não chamar a atenção do seu dono com latidos.

Assim que o ladrão jogou os pedaços de carne aos pés do cão, este exclamou:

Se você estava querendo calar minha boca, cometeu um grande erro. Tão inesperada gentileza , apenas serviram para me deixar ainda mais atento. Sei que por trás dessa cortesia sem motivo, você deve ter algum interesse oculto para beneficiar a si mesmo e prejudicar o meu dono.

Autor: Esopo


Moral da História: Gentilezas inesperadas é a principal característica de uma pessoa com más intenções.

O Gato e o Galo

Um gato, ao agarrar um galo, ficou imaginando como encontrar uma desculpa, qualquer que fosse, para justificar o seu desejo de come-lo.

Acusou ele então de causar aborrecimentos aos homens, ao cantar à noite, não deixando assim ninguém dormir.

O galo se defendeu dizendo que fazia isso em benefício dos homens, e que desse modo eles podiam acordar cedo para não perder a horário de trabalho.

O gato respondeu; "Apesar de você ter me dado uma boa desculpa eu não posso ficar sem comer." E assim comeu o galo. Autor: Esopo


Moral da História: Quem é mau caráter, sempre vai achar uma desculpa para tornar legítimas suas ações

O Galo de Briga e a Águia

Dois galos estavam disputando em violenta briga, o direito de chefiar o galinheiro de uma fazenda. Por fim, um põe o outro para correr e sai vencedor.

O Galo derrotado afastou-se e foi se recolher num canto sossegado do galinheiro.

O vencedor, sobe até o alto de um muro, bate as asas e faceiro canta com toda sua força.

Uma Águia que voava por ali perto, lançou-se sobre ele e com um golpe certeiro levou-o preso em suas poderosas garras.

O Galo derrotado saiu do seu canto, e daí em diante reinou totalmente livre de concorrência.

Autor: Esopo


Moral da História: O orgulho e a arrogância é o caminho mais curto para a ruína e o infortúnio.

O Galo e a Pedra Preciosa

Um Galo, que procurava alimento para ele e suas galinhas, acaba encontrando uma pedra preciosa de majestosa beleza e valor. Mas, depois de observá-la por algum tempo, comenta desolado:

Se ao invés de mim, teu dono tivesse te encontrado, ele com certeza não iria se conter diante de tanta alegria, e é quase certo que iria te colocar em lugar digno de veneração. No entanto, eu te encontrei e de nada me serves. Antes disso, preferia ter encontrado um simples grão de milho, a que todas as jóias do Mundo!

Autor: Esopo

Moral da História: A necessidade de cada um é o que diz o real valor das coisas.

O Filhote de Cervo e sua Mãe

Certo dia, um jovem Cervo conversava com sua mãe:

Mãe você é maior que um Lobo. É também mais rápida e tem chifres poderosos para se defender,então por que você tem tanto medo deles?

A Mãe amargamente sorriu e disse:

Tudo que você disse é pura verdade meu filho, mas toda vez, que eu escuto um simples ganido de Lobo, me sinto fraca e só penso em correr o mais que puder.

Autor: Esopo


Moral da História: Para a maioria das pessoas é mais fácil viver com seus medos e fraquezas, mesmo sabendo que são capazes superar cada uma dessas coisas.

O Cavalo e seu Tratador

Um cuidadoso empregado de uma cocheira, costumava passar longos dias escovando e limpando um cavalo que estava sob suas responsabilidades.

Entretanto, ao mesmo tempo, roubava os grãos de milho separados para alimentar o pobre animal, e os vendia para ter lucro.

Então o cavalo se volta para ele e diz:

Acho apenas que se o senhor de fato desejasse me ver em boas condições, me acariciava menos e me alimentava mais.

Autor: Esopo

Moral da História: Devemos desconfiar daqueles que vivem promovendo e tentando ostentar publicamente suas próprias virtudes.

O Cego e o filhote de Lobos

Um Cego de nascença tinha a capacidade de distinguir diferentes animais, apenas tocando-os com suas mãos.

Trouxeram-lhe então um filhote de Lobo, e colocando-o em seu colo, pediram que o tocasse e depois descrevesse que animal era aquele.

Ele correu as mãos sobre o animal, e estando em dúvida, disse:

Eu com certeza não sei se isto é o filhote de uma Raposa ou o filhote de um Lobo; mas de uma coisa eu tenho certeza, ele jamais seria bem vindo dentro de um curral de ovelhas.

Autor: Esopo

Moral da História: As más tendências são mostradas já na primeira infância.

O Carvalho e os Juncos

Um enorme carvalho, ao ser puxado do chão pela força de forte ventania, rio abaixo é levado pela correnteza. Arrastado pelas águas, ele cruza com alguns Juncos, e em tom de pranto exclama:

Gostaria de ser como vocês, que de tão delicados e esguios, não são de modo algum afetados por estes fortes ventos.

E Eles responderam:

Você competiu e lutou com o vento, por isso mesmo foi destruído. Nós ao contrário, nos curvamos, mesmo diante do mais leve sopro da brisa, e por esta razão permanecemos inteiros e a salvo.

Autor: Esopo


Moral da História: Para vencer os mais fortes, não devemos usar a força, mas antes disso, inteligência e humildade.

O Boi e a Rã

Um Boi foi água num brejo, acidentalmente pisa numa ninhada de rãs e esmaga uma delas.

A mãe das Rãs, ao sentir pela falta de um dos seus filhotes, pergunta aos seus irmãos o que aconteceu com ele.

Ele foi morto! Há poucos minutos atrás, uma enorme Besta, com quatro grandes patas rachadas ao meio, veio até a lagoa e pisou em cima dele.

A mãe começa a inchar e pergunta:

A besta era maior do que eu estou agora?

O filho pede para ela parar de inchar - não se aborreça, mas eu lhe asseguro, por mais que tente, você explodiria antes de conseguir ficar o tamanho daquele Monstro.

Autor: Esopo


Moral da História: Na maioria das vezes, as coisas insignificantes desviam nossa atenção do verdadeiro problema.

O Asno em Pele de Leão

Um Asno, ao colocar sobre suas costas uma pele de Leão, andava pela floresta divertindo-se com o terror que causava aos animais que ia encontrando pelo seu caminho.

Por fim encontra uma Raposa, e também tenta amedrontá-la. Mas a Raposa, tão logo escuta o som de sua voz, exclama com ironia:

Eu certamente teria me assustado, se antes, não tivesse escutado o seu zurrar.

Autor: Esopo



Moral da História: Um tolo pode se esconder por trás das aparências, mas suas palavras acabarão por revelar à todos quem na verdade ele é.

O Cachorro e Sua Sombra

Um cachorro, que levava na boca um pedaço de carne, ao atravessar uma ponte sobre um riacho, vê sua imagem refletida na água. Diante disso, ele logo imagina que se trata de outro cachorro, com um pedaço de carne maior que o seu.

Então, ele deixa cair no riacho o pedaço que carrega, e ferozmente se lança sobre o cachorro refletido na água, para tomar o pedaço de carne que pensa ser maior que a sua.

Agindo assim ele perdeu a ambos. Aquele que tentou pegar na água, por se tratar de um simples reflexo, e o seu próprio, uma vez que ao largá-lo nas águas, a correnteza levou para longe.

Autor: Esopo


Moral da História: É um tolo e duas vezes imprudente, aquele que desiste do certo pelo duvidoso.

O Asno e o Velho Pastor

Um Pastor observava sossegado seu Asno a pastar em um verde campo. De repente, escuta ao longe, os gritos de uma tropa de soldados inimigos, que se aproxima rapidamente.

Então com medo de ser capturado pelo inimigo, ele implora ao animal, que este o carregue em suas costas, o mais rápido que puder, para não serem aprisionados. O Asno, com calma, lhe pergunta:

Senhor, por que eu deveria ter medo do inimigo? Você acha possível que o conquistador ponha em mim, além dos dois cestos de carga que carrego todo dia, mais outros dois?

Acho que não! - Lhe responde o Pastor.

Então, - Diz o animal - contanto que eu carregue os dois cestos que já carrego, que diferença faz a qual senhor estarei servindo?

Autor: Esopo


Moral da História: Ao mudar o governante, para o pobre, nada muda além do nome do seu novo senhor.

O Asno, A Raposa e o Leão

O Asno e a Raposa fizeram uma acordo, onde um protegeria o outro dos perigos. Assim com fome, entraram na floresta a procura de alimento. Não caminharam muito e logo encontraram um Leão.

A Raposa, vendo o perigo, aproximou-se do Leão e lhe sugeriu um acordo. Ajudaria ele a agarrar o Asno, desde que lhe desse a sua palavra de honra, de que ela não seria comida por ele.

Diante da promessa do Leão, a Raposa traria o Asno à uma gruta, e dizendo que ali ele estará em segurança, o convence a entrar.

O Leão ao ver já garantido o Asno que está encurralado na gruta, deu um bote e agarrou a Raposa. Mais tarde, com fome, voltou e atacou o Asno.

Autor: Esopo

Moral da História: O falso amigo convive apenas para tirar algum proveito do outro. Para obter êxito, usará da mentira e da deslealdade. Não respeitará sequer aqueles que chama de aliados. Nunca confie em concorrentes que se dizem amigos

As lebres e as Rãs

As lebres, animais envergonhados por natureza, sentiam-se oprimidas com tanto acanhamento. Como viviam, todo o tempo, com medo de tudo e de todos, cansadas, decidiram dar um fim às suas angústias.

Então, decidiram acabar com às suas vidas. Concluíram que assim resolveriam todos os seus problemas. Combinaram então que se jogariam do alto de um montanha, para as profundas e escuras águas de um lago.

Assim, quando correm para a montanha, várias Rãs que descansavam escondidas pela grama à beira do mesmo, tomadas de medo ante o barulho de suas pisadas, desesperadas, pulam na água, em busca de proteção.

Ao ver o medo que sentiam as Rãs em fuga, uma das Lebres disse às amigas:

Não mais devemos fazer isso que combinamos minhas amigas! Sabemos agora, que existem seres mais medrosas que nós.

Autor: Esopo

Moral da História: Julgar que nossos problemas são os mais importantes do mundo, não passa de ilusão.

A Mulher e a Galinha

Uma mulher tinha uma galinha, que todos os dias sem falta, botava um ovo.

Ela então pensava consigo mesma, como conseguiria fazer com que, ao invés de um, ela botasse dois ovos por dia.

Assim, disposta a conseguir atingir seu ideal, decidiu alimentar a galinha com um dobro de porção de ração.

A partir daquele dia, a galinha ficou gorda e preguiçosa, e nunca mais botou nenhum ovo.

Autor: Esopo


Moral da História: O Ganancioso, cedo ou tarde, acaba por se tornar vítima de sua própria ganância.

A mula

Uma mula, sempre folgada, por não trabalhar e ainda assim ganhar generosas quantidades de milho como ração, vivia orgulhosa dentro do curral. Era toda vaidosa, e comportava-se como se fosse o mais importante animal do grupo. E confiante, falava consigo mesma:

Meu pai com certeza foi um grande e Belo Raça Pura. Fico orgulhosa por ter herdado todo seu espírito, graciosidade, resistência e beleza.

Pouco tempo depois, ao ser levada a uma longa marcha, como um simples animal de carga, cansada de tanto caminhar, exclama desconsolada:

Talvez tenha cometido um erro de avaliação. Meu pai, pode Ter sido apenas um simples Burro de carga.

Autor: Esopo


Moral da História: Ao desejar ser aquilo que não somos, estamos plantando dentro de nós a semente da frustração

As Árvores e o Marchado

Um homem foi à floresta e pediu às árvores, para que estas lhe doassem um cabo para o seu machado novo. O conselho das árvores então decide concordar com o seu pedido, e lhe dá uma jovem árvore para este fim.

E logo que o homem coloca o novo cabo no machado, começa furiosamente a usá-lo, e em pouco tempo, já tinha derrubado com seus fortes golpes, as maiores e mais nobres árvores daquela floresta.

Um velho Carvalho, observando a destruição à sua volta, comenta desolado com um Cedro seu vizinho:

O primeiro passo significou a perdição de todas nós. Se tivéssemos considerado os direitos daquela jovem árvore, também teríamos preservado os nossos, e poderíamos ficar de pé ainda por muitos anos.

Autor: Esopo

Moral da História: Quem menospreza seu semelhante, não deve se surpreender se um dia lhe fizerem a mesma coisa.

A Galinha dos Ovos de Ouro

Um fazendeiro e sua esposa tinham uma galinha que, todo dia sem falta, botava um ovo de ouro.

Desconfiados de que dentro dela teria uma grande quantidade de ouro, mataram ela para enfim pegar tudo de uma só vez.

Então, para surpresa dos dois, viram que a galinha, em nada era diferente das outras.

Assim, o casal de tolos, desejando enriquecer de uma só vez, acabam por perder o ganho diário que já tinham.

Autor: Esopo

Moral da História: Quem tudo quer, tudo perde.

A Formiga e a Pomba

Uma Formiga estava na margem de um rio bebendo água, e sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar.

Uma Pomba, que estava em uma árvore, sobre a água observando tudo, arranca uma folha e a deixa cair na correnteza perto da mesma. Subindo na folha a Formiga flutua em segurança até a margem.

Eis que pouco tempo depois, um caçador de pássaros, escondido pelas folhas da árvore, se prepara para apanhar a Pomba, colocando visgo no galho onde ela descansa, sem que ela perceba o perigo.

A Formiga, percebendo sua intenção, dá-lhe uma ferroada no pé. Do susto, ele deixa cair sua armadilha de visgo, e isso dá chance para que a Pomba acorde e voe para longe, a salvo.

Autor: Esopo

Moral da História: Quem é grato de coração, sempre encontrará uma oportunidade para demonstrar sua gratidão

A lebre e a tartaruga

Um dia, uma Lebre caçou das pequenas pernas e da lentidão da Tartaruga. A Tartaruga A sorriu e disse: "Pensa você ser veloz como o vento; Mas Eu a venceria numa corrida." A Lebre claro considerou sua afirmação algo impossível, e concordou o desafio. Chamaram então a Raposa, para servir de juiz, escolher o trajeto e o ponto de chegada.

E no dia marcado, do ponto inicial, partiram juntos. A Tartaruga, com seu passo lento, mas firme, decidida, em momento algum, parou de caminhar.

Mas a Lebre, confiante de sua velocidade, despreocupada com a corrida, deitou à margem da estrada para um rápido cochilo. Ao acordar, embora corresse o mais rápido que pudesse, não mais conseguiu alcançar a Tartaruga, que já atravessava a linha de chegada, e agora descansava tranqüila num canto.

Autor: Esopo

Moral da História: Ao trabalhador que realiza seu trabalho com zelo e persistência, sempre o êxito será o seu quinhão.

A Raposa e as Uvas

Uma Raposa, morta de fome, viu ao passar, penduradas nas grades de uma viçosa videira, alguns cachos de Uvas negras e maduras.

Ela então usou de todos os seus dotes e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu.

Por fim deu meia volta e foi embora, e consolando a si mesma, meio desapontada disse:

Olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio. Autor: Esopo


Moral da História: Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade.

O Leão, O Urso e A Raposa

Um Leão e um Urso capturaram um cervo, e em feroz luta, disputavam pelo direito de posse da presa.

Após terem lutado bastante, cansados e feridos, eles cairam no chão completamente exaustos.

Uma Raposa, que estava nas redondezas, à uma distância segura observando a tudo quieta, e vendo ambos caidos no chão e o cervo abandonado ali perto, passou correndo entre os dois, e de um bote agarrou-o com a boca e desapareceu no meio do mato.

O Leão e o Urso vendo aquilo, mas incapazes de impedir, disseram:

Ai de nós, que nos ferimos um ao outro apenas para garantir o jantar da Raposa!

Autor: Esopo


Moral da História: Algumas vezes acontece de alguém fazer todo trabalho pesado, e outro levar todo o lucro.

O Corvo e o Jarro

Um Corvo, que estava sucumbindo de sede, viu lá do alto um Jarro, e na esperança de achar água dentro, vôou até lá com muita alegria.

Quando o alcançou, descobriu para sua tristeza, que o Jarro continha tão pouca água em seu interior, que era impossível retirá-la de dentro.

Ainda assim, ele tentou de tudo para alcançar a água que estava dentro do Jarro, mas como seu bico era curto demais, todo seu esforço foi em vão.

Por último ele pegou tantas pedras quanto podia carregar, e uma a uma colocou-as dentro da Jarra. Ao fazer isso, logo o nível da água ficou ao seu alcance do seu bico, e desse modo ele salvou sua vida. Autor: Esopo

Moral da História: A necessidade é a mãe de todas as invenções.

O Lobo e a Garça

Um Lobo, ao se entalar com um pedaço de osso, combinou com uma Garça, para que esta colocasse a cabeça dentro da sua goela, e de lá pudesse retirá-lo. Em troca teria de lhe dar uma grande quantidade em dinheiro,

Quando a Garça retirou o osso e exigiu o seu pagamento, o Lobo, rosnando ferozmente, exclamou:

Ora, Ora! Você já foi devidamente recompensada. Quando permiti que sua cabeça saisse a salvo de dentro da minha boca, você já foi muito bem paga.

Autor: Esopo


Moral da História: Ao servir a alguém de má índole, não espere recompensas, e ainda agradeça caso o mesmo vire as costas e vá embora sem lhe fazer mal algum.

O Cervo Doente

Um Cervo doente e impossibilitado de andar, descansava quieto em um pequeno pedaço de pasto fresco.

E aqueles que se diziam seus amigos, então vieram em grande quantidade para saber de sua saúde. E cada um deles, servia-se à vontade da pouca grama daquele pequeno pasto, que lá estava para seu próprio sustento.

Assim ele morreu, não da doença da qual sofria, mas por falta de alimento, uma vez que não conseguia caminhar para ir buscar em outro lugar. Autor: Esopo


Moral da História: As más companhias sempre trazem mais infortúnios que alegrias.

O Lobo e a Ovelha

Um lobo, muito ferido devido à várias mordidas de cachorros, descansava doente e bastante alquebrado em sua toca.

Como estava com fome, ele chamou uma ovelha que passava ali perto, e pediu-lhe para trazer um pouco da água de um riacho que corria ao lado dela.

Assim, falou o lobo, se você me trouxer água, eu ficarei em condições de conseguir meu próprio alimento.

Claro, respondeu a ovelha, se eu levar água para você, sem dúvida eu serei esse alimento. Autor: Esopo


Moral da História: Um hipócrita não consegue disfarçar suas verdadeiras intenções, apesar das palavras gentis.

A Lebre e o Cão de Caça

Um Cão de caça, depois de conseguir fazer com que uma Lebre a saísse de sua toca, e depois de uma longa perseguição, de repente para sua caçada.

Um Pastor de Cabras vendo-o parar, ridicularizou-o dizendo:

Aquele pequeno animal é corredor mais melhor que você.

E o Cão de caça exclama:

Você não vê a diferença que existe entre nós? Eu estava correndo apenas para conseguir um jantar, mas ele, corria por sua Vida. Autor: Esopo


Moral da História: O motivo pelo qual realizamos uma tarefa, é o que vai determinar sua qualidade final

O Leão e os Três Touros

Três touros, amigos desde infância , pastavam juntos e tranqüilos na selva.

Um Leão, escondido no mato, espreitava-os na esperança de fazer deles seu jantar, mas tinha medo de atacá-los enquanto estivessem juntos.

Mas, por meio de astuciosas e traiçoeiras palavras, ele conseguiu criar entre eles a desavença e separá-los.

Assim, tão logo eles pastavam sozinhos, atacou-os sem medo algum, e um após outro, foram sendo devorados sempre que sentia fome.

Autor: Esopo

Moral da História: União é força.

O leão e o rato

Um Leão dormia sossegado, quando foi acordado por um Rato, que passava correndo em cima de seu rosto. Com um ataque ágil ele o agarrou, e estava pronto para matá-lo, ao que o Rato implorou:

Por favor, se o senhor me soltar, tenho certeza que um dia poderia retribuir sua bondade. Rindo por achar ridícula a idéia, assim mesmo, ele resolveu solta-lo.

Pouco tempo depois, o Leão caiu numa armadilha colocada por caçadores. Preso ao chão, amarrado por fortes cordas, sequer podia mexer-se.

O Rato, ouvindo seu rugido, se aproximou e roeu as cordas até deixá-lo livre. Então disse:

O senhor riu da idéia de que eu jamais seria capaz de ajudá-lo. Nunca esperava receber de mim qualquer favor em troca do seu! Mas agora sabe, que mesmo um pequeno Rato é capaz de retribuir um favor a um poderoso Leão.

Autor: Esopo


Moral da História: Os pequenos amigos podem se revelar os melhores e mais leais aliados
.

Você sabia?

    Que o maior número primo conhecido é , que tem 2.098.960 dígitos e foi descoberto em 01/06/1999 por Nayan Hafratwala, um participante do GIMPS, um projeto cooperativo para procurar primos de mersenne.

Os professores da minha escola.

A professora de Matemática,
com suas contas complicadas,
falando em equações,
no Teorema de Pitágoras.

A professora de Português,
com seu modo indicativo,
falando em advérbios,
interjeições, substantivos.

A professora de Geografia,
com seus complexos regionais,
falando em sítios urbanos,
em pontos cardeais.

A professora de Ciências,
com seus ensinamentos ecológicos,
falando em evolução,
em estudos biológicos.

A professora de História,
com seus povos bizantinos,
falando na Idade Média,
no Imperador Constantino.

A professora de Inglês,
com seus don't, do e does,
falando em personal pronouns,
na diferença entre go e goes.

A professora de Artes,
com suas obras e seus artistas,
falando em artes ópticas,
em pintores surrealistas.

O professor de Educação Física,
com suas regras de voleibol,
falando sobre basquete,
em times de futebol.

Os professores da minha escola,
com suas matérias que às vezes não entendemos,
falando em todas as coisas,
que aos poucos vamos aprendendo.

Ser amigo é ...

Amigo é aquele que aceita o outro com todos os seus defeitos, confia nele e se sente responsável pelo seu bem estar.
Amigo é como a luz, nos faz descobrir novos horizontes.
Amigos:
São lápis de cor trazendo alegria a essa nossa vida cinzenta.
São estrelas que guiam para um porto seguro.
São passos suaves na rua deserta.
São traços sensíveis na pele guerreira.
São lindas tatuagens com formas bonitas, pois ficam para sempre na vida da gente.

A amizade

A amizade nasce de um sorriso sincero,
Cresce aos poucos,
E quando estimada fica impossível de não tê-la mais.
A amizade é tão forte como o brilho do sol,
Tão grande como a lua,
Tão admirada como a paisagem mais bela.
A amizade cobiça fielmente a sinceridade,
Alimenta a cumplicidade e devora a
alegria.
A amizade é algo indecifrável,
Como uma língua sem tradução.
Amizade é
presente dos céus
E a compreensão dos
sonhos.
Ser amigo é ter prestígio
Ter conceito de companheirismo,
Benevolência perfeita.
A amizade é dotada de compreensão,
Completa de fiel felicidade.

Soneto para minha princesa

No meu mundo de fantasia,
Só há lugar pra uma princesa.
É ela quem rege a melodia,
Quem mantém a chama acesa.

Meus dias eram todos iguais,
Quando enfim, ela apareceu.
Um barco atracou-se ao meu cais,
E a linda donzela desceu.

De súbito ganhaste a minh'alma,
E a todos em volta encantou.
Tiraste de mim toda a calma,

Quando pra mim, seus beijos negou.
E hoje, ainda assim a venero,
Mesmo sabendo, que ela nunca me amou.


Pra te fazer feliz

Sou alegria, sou a canção que emana da alma e do coração.
Sou o clarão de todas as manhãs iluminando teu dia.
O calor do sol, te aconchegando bem devagarinho.
A brisa brincalhona que toca a tua pele.
Sou pra você o som das águas cantando.
O som da mata despertando se pra vida.
O beijo estalado marcando teu rosto.
Um friozinho bailando em teu estômago.
Sou a melodia, pra te fazer sorrir e dançar.
Sou o amor capaz de te inebriar.
Sou a razão, sou a paixão, sou o coração.
Sou tudo que puder ser, pra te fazer muito feliz.

Bullying

Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.
Em 20% dos casos as pessoas são simultaneamente vítimas e agressoras de bullying, ou seja, em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma. Nas escolas, a maioria dos atos de bullying ocorre fora da visão dos adultos e grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Quem sou eu?

Não sei quem sou, que alma tenho.
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo.
Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)...
Sinto crenças que não tenho.
Enlevam-me ânsias que repudio.
A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta
traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha,
nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo.
Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos
que torcem para reflexões falsas
uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.
Como o panteísta se sente árvore (?) e até a flor,
eu sinto-me vários seres.
Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente,
como se o meu ser participasse de todos os homens,
incompletamente de cada (?),
por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço."

Pra você

A mais brilhante estrela

Foi numa noite em que eu
me sentia sozinha.

Nessa noite, como sempre fazia,
parei para olhar o céu,
a lua estava tão linda que
não pude deixar de admirá-la.


Eu parecia hipnotizada por sua beleza,
Por seu reflexo na água.

Mas por um minuto, algo mais forte
chamou-me a atenção: era uma estrela
que brilhava mais forte que as outras.

Parecia querer dizer-me algo,
Mas eu era incapaz de entender
E foi nessa hora que eu fiz um pedido àquela estrela.

Pedi que troxesse um
amor pra mim.
E foi então que conheci
a mais bela e brilhante estrela: VOCÊ!




segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Você sabia?

Durante nossa vida escolar ou em qualquer outra eventualidade, percebemos que o conhecimento histórico repassado pelos livros didáticos nunca foi capaz de abraçar todos os nossos interesses para com o passado. Muitas vezes, o poder que o livro e o professor têm de limitar o nosso conhecimento acaba transformando a História em algo incógnito e, algumas vezes, distante.
Apesar deste visível impasse, vemos que o tipo de conhecimento histórico produzido vem ganhando outros tons e possibilidades. Foi-se o tempo em que o historiador limitava seu campo de conhecimento às grandes instituições, documentos, personalidades e datas. Paulatinamente, os profissionais dessa área vêm descobrindo que existem outras coisas tão ricas e interessantes a serem vasculhadas.
O início desse processo de inovação já começa pelo tipo de documentação a ser utilizada pelos historiadores profissionais. Obras de arte, canções, poesias, romances, esculturas, diários pessoais e, até mesmo, depoimentos gravados vem permitindo outras possibilidades de diálogo e interpretação do passado. Geralmente, essas novas fontes permitem um contraponto às formas clássicas de se ver um determinado fato.
Para aqueles que acessam esta sessão, abrimos a oportunidade para que o usuário desvende alguns mitos e interpretações consolidadas. A título de exemplo, podemos aqui afirmar que os inconfidentes não sonhavam com independência do Brasil ou que os gladiadores romanos não eram tão robustos e violentos como os filmes costumam retratar. Duvida? Acesse os textos dessa “curiosa” sessão e descubra estes e muitos outros fascinantes detalhes do passado.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

lixo

Muito se tem discutido sobre as melhores formas de tratar e eliminar o lixo -- industrial, comercial, doméstico, hospitalar, nuclear etc. -- gerado pelo estilo de vida da sociedade contemporânea. Todos concordam, no entanto, que o lixo é o espelho fiel da sociedade, sempre tão mais geradora de lixo quanto mais rica e consumista. Qualquer tentativa de reduzir a quantidade de lixo ou alterar sua composição pressupõe mudanças no comportamento social.
A concentração demográfica nas grandes cidades e o grande aumento do consumo de bens geram uma enorme quantidade de resíduos de todo tipo, procedentes tanto das residências como das atividades públicas e dos processos industriais. Todos esses materiais recebem a denominação de lixo, e sua eliminação e possível reaproveitamento são um desafio ainda a ser vencido pelas sociedades modernas.
De acordo com sua origem, há quatro tipos de lixo: residencial, comercial, público e de fontes especiais. Entre os últimos se incluem, por exemplo, o lixo industrial, o hospitalar e o radioativo, que exigem cuidados especiais em seu acondicionamento, manipulação e disposição final. Juntos, os tipos doméstico e comercial constituem o chamado lixo domiciliar que, com o lixo público -- resíduos da limpeza de ruas e praças, entulho de obras etc. -- representam a maior parte dos resíduos sólidos produzidos nas cidades.

localização da america latina

A América Latina localiza-se totalmente no hemisfério ocidental, sendo atravessada pelo Trópico de Câncer, que corta a parte central do México; pela Linha do Equador, que passa pelo Brasil, Colômbia, Equador e toca o norte do Peru; e pelo Trópico de Capricórnio, que atravessa o Brasil, o Paraguai, a Argentina e o Chile.[1] Em relação aos hemisférios norte e sul, está distribuída de maneira irregular, pois a maior parte de suas terras estende-se ao sul da Linha do Equador.[1] As terras da América Latina, em sua quase totalidade, localizam-se na zona climática intertropical; uma pequena parte situa-se na zona temperada do norte e uma área bem maior está localizada na zona temperada do sul.[1] Os limites da América Latina são: ao norte, os Estados Unidos; ao sul, a confluência das águas dos oceanosAtlântico e Pacífico; a leste, o oceano Atlântico; e a oeste, o oceano Pacífico,[1]Belize, Guiana e Suriname. além da fronteira terrestre com

joinville

Joinville é a glória dos fundadores
Ao ladinho do Rio Cachoeira
Um dia o homem abre caminho
Plantou do trabalho a bandeira
E seu deu de corpo e alma ao pedaço de terra brasileira
Depois foram lutas e muitos sofrimentos
Mas nunca o herói ficou fraco.
Com sangue e com lágrimas
do seu próprio corpo teu solo regou.

E se hoje o bravo imigrante
Que tua semente plantou
Com força e o vigor de um gigante
Nas mãos em preces pediu a Deus ajuda.
Te visse resplandecendo, nascida da mata agressiva
Na cabeça a imagem da Pátria distante
Veria os outros aplaudindo o Brasil.

O VELHO E A FLOR

Por céus e mares eu andei,
Vi um poeta e vi um rei
Na esperança de saber
O que é o amor.

Ninguém sabia me dizer,
Eu já queria até morrer
Quando um velhinho
Com uma flor assim falou:

O amor é o carinho,
É o espinho que não se vê em cada flor.
É a vida quando
Chega sangrando aberta
em pétalas de amor.

Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...