sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
NATAL E ANO NOVO.
Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas.
É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca.
É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações.
É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.
Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia.
O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração.
Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade.
Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz.
Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes.
Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último.
Que queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo.
Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos!
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS!
É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações.
É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.
Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia.
Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último.
Que queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo.
Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos!
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
A vida do planeta
A biosfera é a parte onde desenvolve a vida, responsável por dar condições de propagação aos seres vivos (animais e vegetais), a temperatura média da Terra é de 15oC, essencial para o desenvolvimento da vida.
Em planetas como Vênus e Mercúrio a temperatura é de 100o C e nos outros a temperatura é de 40o C. Os elementos que proporcionam a propagação da vida são temperatura, água e oxigênio, indispensável para qualquer ser vivo.
A biosfera é composta ou constituída pela hidrosfera (parte líquida presente na Terra, mares, rios, lagos etc.), atmosfera (conjunto de gases que envolvem a Terra, responsável pela consolidação dos climas e fenômenos, como chuva, ventos, neve) e litosfera (é a superfície terrestre onde habita os seres vivos e palco das relações humanas).
A biosfera aborda dos menores aos maiores ecossistemas.
Ecossistema é um conjunto de relações entre seres vivos e os elementos físicos da natureza, como solo, água, ar e energia solar, essas relações ocorrem em qualquer dimensão.
A biosfera é composta ou constituída pela hidrosfera (parte líquida presente na Terra, mares, rios, lagos etc.), atmosfera (conjunto de gases que envolvem a Terra, responsável pela consolidação dos climas e fenômenos, como chuva, ventos, neve) e litosfera (é a superfície terrestre onde habita os seres vivos e palco das relações humanas).
A biosfera aborda dos menores aos maiores ecossistemas.
Ecossistema é um conjunto de relações entre seres vivos e os elementos físicos da natureza, como solo, água, ar e energia solar, essas relações ocorrem em qualquer dimensão.
As variedades de ambientes ocorrem em decorrência das diferenças climáticas, de relevo e quantidade de energia solar, e tudo isso possui uma relação de interdependência dos elementos, isso significa que caso um ecossistema sofra alguma alteração, os reflexos poderão ser percebidos também em outros ecossistemas.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
velhos amigos
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.
Um deles, podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio.
Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
"A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos.
Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris.
Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem, e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte..."
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela.
A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou a enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.
"Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem..."
Um deles, podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio.
Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
"A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos.
Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris.
Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem, e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte..."
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela.
A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou a enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.
"Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem..."
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Trabalho de português
Hoje foi a apresentação do trabalho de português,
achei muito legal pois todos foram muito bem.
O titulo foi "AMOR" todos os alunos leram poesias
ou cantaram musicas, mas teve teatro que sem
duvidas foi o mais legal.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Reforma Ortográfica
Desde o dia 1ª de janeiro de 2009 entraram em vigor no Brasil as novas regras ortográficas da língua portuguesa. Resultado de acordo envolvendo os oito países que falam português (Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Timor Leste) , a reforma visa a simplificação da grafia e a unificação das regras do idioma. A reforma ortográfica, que atinge apenas 2% da escrita, deixa praticamente intactas as regras de acentuação gráfica, mas suprime o trema, simplifica as regras do hífen e elimina as consoantes mudas, como a letra "c" da palavra exacto.
A reforma começou em 1990, mas sua implantação é lenta. É preciso que os países ratifiquem as mudanças como fez o Congresso Nacional brasileiro. Em 2007, o Ministério da Educação do Brasil começou a preparar as mudanças nos livros didáticos e pretende que elas estejam totalmente implantadas em 2009. As maiores resistências à reforma vieram de Portugal, justamente o país que deve ter mudanças mais significativas. Os portugueses só ratificaram o acordo em maio de 2008.
As primeiras tentativas de unificação ortográfica dos países lusófonos aconteceram no início do século 20. No Brasil, já houve duas reformas ortográficas: em 1943 e em 1971. Ou seja, um brasileiro com mais de 65 anos vai passar por três reformas. Em Portugal, a última reforma aconteceu em 1945. E muitas diferenças entre Brasil e Portugal continuaram.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Artigo de opinião .
É comum encontrar circulando no rádio, na TV, nas revistas, nos jornais, temas polêmicos que exigem uma posição por parte dos ouvintes, espectadores e leitores, por isso, o autor geralmente apresenta seu ponto de vista sobre o tema em questão através do artigo de opinião.
É importante estar preparado para produzir esse tipo de texto, pois em algum momento poderão surgir oportunidades ou necessidades de expor ideias pessoais através da escrita.
Nos gêneros argumentativos, o autor geralmente tem a intenção de convencer seus interlocutores e, para isso, precisa apresentar bons argumentos, que consistem em verdades e opiniões.
O artigo de opinião é fundamentado em impressões pessoais do autor do texto e, por isso, são fáceis de contestar.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
O Leão Apaixonado
Um Leão pediu a filha de um camponês em casamento. O Pai, desgostoso por não poder dizer não, já que dele tinha muito medo, viu também no momento, um bom modo de livrar-se de vez por toda do problema.
Ele disse que concordaria em tê-lo como genro, mas com uma condição; Este deveria deixar-lhe arrancar suas unhas e dentes, pois sua filha tinha muito medo dessas coisas.
Contente da vida leão concordou. Feito isso, o ele volta a fazer seu pedido, mas o camponês, que já não mais o temia, pegou um cajado e expulsou-o de sua casa, o que o fez com que o leão voltasse para a floresta.
Autor: Esopo
Moral da História: Todos os problemas, quando examinados de perto, acabam por revelar sua solução.
Ele disse que concordaria em tê-lo como genro, mas com uma condição; Este deveria deixar-lhe arrancar suas unhas e dentes, pois sua filha tinha muito medo dessas coisas.
Contente da vida leão concordou. Feito isso, o ele volta a fazer seu pedido, mas o camponês, que já não mais o temia, pegou um cajado e expulsou-o de sua casa, o que o fez com que o leão voltasse para a floresta.
Autor: Esopo
Moral da História: Todos os problemas, quando examinados de perto, acabam por revelar sua solução.
O Ladrão e o Cão de Guarda
Um ladrão veio à noite com o intuito de assaltar uma casa. Ele trazia consigo vários pedaços de carne, para que pudesse acalmar um bravo Cão de Guarda que vigiava o local. A carne serviria para distraí-lo, e assim não chamar a atenção do seu dono com latidos.
Assim que o ladrão jogou os pedaços de carne aos pés do cão, este exclamou:
Se você estava querendo calar minha boca, cometeu um grande erro. Tão inesperada gentileza , apenas serviram para me deixar ainda mais atento. Sei que por trás dessa cortesia sem motivo, você deve ter algum interesse oculto para beneficiar a si mesmo e prejudicar o meu dono.
Autor: Esopo
Moral da História: Gentilezas inesperadas é a principal característica de uma pessoa com más intenções.
Assim que o ladrão jogou os pedaços de carne aos pés do cão, este exclamou:
Se você estava querendo calar minha boca, cometeu um grande erro. Tão inesperada gentileza , apenas serviram para me deixar ainda mais atento. Sei que por trás dessa cortesia sem motivo, você deve ter algum interesse oculto para beneficiar a si mesmo e prejudicar o meu dono.
Autor: Esopo
Moral da História: Gentilezas inesperadas é a principal característica de uma pessoa com más intenções.
O Gato e o Galo
Um gato, ao agarrar um galo, ficou imaginando como encontrar uma desculpa, qualquer que fosse, para justificar o seu desejo de come-lo.
Acusou ele então de causar aborrecimentos aos homens, ao cantar à noite, não deixando assim ninguém dormir.
O galo se defendeu dizendo que fazia isso em benefício dos homens, e que desse modo eles podiam acordar cedo para não perder a horário de trabalho.
O gato respondeu; "Apesar de você ter me dado uma boa desculpa eu não posso ficar sem comer." E assim comeu o galo. Autor: Esopo
Moral da História: Quem é mau caráter, sempre vai achar uma desculpa para tornar legítimas suas ações
Acusou ele então de causar aborrecimentos aos homens, ao cantar à noite, não deixando assim ninguém dormir.
O galo se defendeu dizendo que fazia isso em benefício dos homens, e que desse modo eles podiam acordar cedo para não perder a horário de trabalho.
O gato respondeu; "Apesar de você ter me dado uma boa desculpa eu não posso ficar sem comer." E assim comeu o galo. Autor: Esopo
Moral da História: Quem é mau caráter, sempre vai achar uma desculpa para tornar legítimas suas ações
O Galo de Briga e a Águia
Dois galos estavam disputando em violenta briga, o direito de chefiar o galinheiro de uma fazenda. Por fim, um põe o outro para correr e sai vencedor.
O Galo derrotado afastou-se e foi se recolher num canto sossegado do galinheiro.
O vencedor, sobe até o alto de um muro, bate as asas e faceiro canta com toda sua força.
Uma Águia que voava por ali perto, lançou-se sobre ele e com um golpe certeiro levou-o preso em suas poderosas garras.
O Galo derrotado saiu do seu canto, e daí em diante reinou totalmente livre de concorrência.
Autor: Esopo
Moral da História: O orgulho e a arrogância é o caminho mais curto para a ruína e o infortúnio.
O Galo derrotado afastou-se e foi se recolher num canto sossegado do galinheiro.
O vencedor, sobe até o alto de um muro, bate as asas e faceiro canta com toda sua força.
Uma Águia que voava por ali perto, lançou-se sobre ele e com um golpe certeiro levou-o preso em suas poderosas garras.
O Galo derrotado saiu do seu canto, e daí em diante reinou totalmente livre de concorrência.
Autor: Esopo
Moral da História: O orgulho e a arrogância é o caminho mais curto para a ruína e o infortúnio.
O Galo e a Pedra Preciosa
Um Galo, que procurava alimento para ele e suas galinhas, acaba encontrando uma pedra preciosa de majestosa beleza e valor. Mas, depois de observá-la por algum tempo, comenta desolado:
Se ao invés de mim, teu dono tivesse te encontrado, ele com certeza não iria se conter diante de tanta alegria, e é quase certo que iria te colocar em lugar digno de veneração. No entanto, eu te encontrei e de nada me serves. Antes disso, preferia ter encontrado um simples grão de milho, a que todas as jóias do Mundo!
Autor: Esopo
Moral da História: A necessidade de cada um é o que diz o real valor das coisas.
Se ao invés de mim, teu dono tivesse te encontrado, ele com certeza não iria se conter diante de tanta alegria, e é quase certo que iria te colocar em lugar digno de veneração. No entanto, eu te encontrei e de nada me serves. Antes disso, preferia ter encontrado um simples grão de milho, a que todas as jóias do Mundo!
Autor: Esopo
Moral da História: A necessidade de cada um é o que diz o real valor das coisas.
O Filhote de Cervo e sua Mãe
Certo dia, um jovem Cervo conversava com sua mãe:
Mãe você é maior que um Lobo. É também mais rápida e tem chifres poderosos para se defender,então por que você tem tanto medo deles?
A Mãe amargamente sorriu e disse:
Tudo que você disse é pura verdade meu filho, mas toda vez, que eu escuto um simples ganido de Lobo, me sinto fraca e só penso em correr o mais que puder.
Autor: Esopo
Moral da História: Para a maioria das pessoas é mais fácil viver com seus medos e fraquezas, mesmo sabendo que são capazes superar cada uma dessas coisas.
Mãe você é maior que um Lobo. É também mais rápida e tem chifres poderosos para se defender,então por que você tem tanto medo deles?
A Mãe amargamente sorriu e disse:
Tudo que você disse é pura verdade meu filho, mas toda vez, que eu escuto um simples ganido de Lobo, me sinto fraca e só penso em correr o mais que puder.
Autor: Esopo
Moral da História: Para a maioria das pessoas é mais fácil viver com seus medos e fraquezas, mesmo sabendo que são capazes superar cada uma dessas coisas.
O Cavalo e seu Tratador
Um cuidadoso empregado de uma cocheira, costumava passar longos dias escovando e limpando um cavalo que estava sob suas responsabilidades.
Entretanto, ao mesmo tempo, roubava os grãos de milho separados para alimentar o pobre animal, e os vendia para ter lucro.
Então o cavalo se volta para ele e diz:
Acho apenas que se o senhor de fato desejasse me ver em boas condições, me acariciava menos e me alimentava mais.
Autor: Esopo
Moral da História: Devemos desconfiar daqueles que vivem promovendo e tentando ostentar publicamente suas próprias virtudes.
Entretanto, ao mesmo tempo, roubava os grãos de milho separados para alimentar o pobre animal, e os vendia para ter lucro.
Então o cavalo se volta para ele e diz:
Acho apenas que se o senhor de fato desejasse me ver em boas condições, me acariciava menos e me alimentava mais.
Autor: Esopo
Moral da História: Devemos desconfiar daqueles que vivem promovendo e tentando ostentar publicamente suas próprias virtudes.
O Cego e o filhote de Lobos
Um Cego de nascença tinha a capacidade de distinguir diferentes animais, apenas tocando-os com suas mãos.
Trouxeram-lhe então um filhote de Lobo, e colocando-o em seu colo, pediram que o tocasse e depois descrevesse que animal era aquele.
Ele correu as mãos sobre o animal, e estando em dúvida, disse:
Eu com certeza não sei se isto é o filhote de uma Raposa ou o filhote de um Lobo; mas de uma coisa eu tenho certeza, ele jamais seria bem vindo dentro de um curral de ovelhas.
Autor: Esopo
Moral da História: As más tendências são mostradas já na primeira infância.
Trouxeram-lhe então um filhote de Lobo, e colocando-o em seu colo, pediram que o tocasse e depois descrevesse que animal era aquele.
Ele correu as mãos sobre o animal, e estando em dúvida, disse:
Eu com certeza não sei se isto é o filhote de uma Raposa ou o filhote de um Lobo; mas de uma coisa eu tenho certeza, ele jamais seria bem vindo dentro de um curral de ovelhas.
Autor: Esopo
Moral da História: As más tendências são mostradas já na primeira infância.
O Carvalho e os Juncos
Um enorme carvalho, ao ser puxado do chão pela força de forte ventania, rio abaixo é levado pela correnteza. Arrastado pelas águas, ele cruza com alguns Juncos, e em tom de pranto exclama:
Gostaria de ser como vocês, que de tão delicados e esguios, não são de modo algum afetados por estes fortes ventos.
E Eles responderam:
Você competiu e lutou com o vento, por isso mesmo foi destruído. Nós ao contrário, nos curvamos, mesmo diante do mais leve sopro da brisa, e por esta razão permanecemos inteiros e a salvo.
Autor: Esopo
Moral da História: Para vencer os mais fortes, não devemos usar a força, mas antes disso, inteligência e humildade.
Gostaria de ser como vocês, que de tão delicados e esguios, não são de modo algum afetados por estes fortes ventos.
E Eles responderam:
Você competiu e lutou com o vento, por isso mesmo foi destruído. Nós ao contrário, nos curvamos, mesmo diante do mais leve sopro da brisa, e por esta razão permanecemos inteiros e a salvo.
Autor: Esopo
Moral da História: Para vencer os mais fortes, não devemos usar a força, mas antes disso, inteligência e humildade.
O Boi e a Rã
Um Boi foi água num brejo, acidentalmente pisa numa ninhada de rãs e esmaga uma delas.
A mãe das Rãs, ao sentir pela falta de um dos seus filhotes, pergunta aos seus irmãos o que aconteceu com ele.
Ele foi morto! Há poucos minutos atrás, uma enorme Besta, com quatro grandes patas rachadas ao meio, veio até a lagoa e pisou em cima dele.
A mãe começa a inchar e pergunta:
A besta era maior do que eu estou agora?
O filho pede para ela parar de inchar - não se aborreça, mas eu lhe asseguro, por mais que tente, você explodiria antes de conseguir ficar o tamanho daquele Monstro.
Autor: Esopo
Moral da História: Na maioria das vezes, as coisas insignificantes desviam nossa atenção do verdadeiro problema.
A mãe das Rãs, ao sentir pela falta de um dos seus filhotes, pergunta aos seus irmãos o que aconteceu com ele.
Ele foi morto! Há poucos minutos atrás, uma enorme Besta, com quatro grandes patas rachadas ao meio, veio até a lagoa e pisou em cima dele.
A mãe começa a inchar e pergunta:
A besta era maior do que eu estou agora?
O filho pede para ela parar de inchar - não se aborreça, mas eu lhe asseguro, por mais que tente, você explodiria antes de conseguir ficar o tamanho daquele Monstro.
Autor: Esopo
Moral da História: Na maioria das vezes, as coisas insignificantes desviam nossa atenção do verdadeiro problema.
O Asno em Pele de Leão
Um Asno, ao colocar sobre suas costas uma pele de Leão, andava pela floresta divertindo-se com o terror que causava aos animais que ia encontrando pelo seu caminho.
Por fim encontra uma Raposa, e também tenta amedrontá-la. Mas a Raposa, tão logo escuta o som de sua voz, exclama com ironia:
Eu certamente teria me assustado, se antes, não tivesse escutado o seu zurrar.
Autor: Esopo
Moral da História: Um tolo pode se esconder por trás das aparências, mas suas palavras acabarão por revelar à todos quem na verdade ele é.
Por fim encontra uma Raposa, e também tenta amedrontá-la. Mas a Raposa, tão logo escuta o som de sua voz, exclama com ironia:
Eu certamente teria me assustado, se antes, não tivesse escutado o seu zurrar.
Autor: Esopo
Moral da História: Um tolo pode se esconder por trás das aparências, mas suas palavras acabarão por revelar à todos quem na verdade ele é.
O Cachorro e Sua Sombra
Um cachorro, que levava na boca um pedaço de carne, ao atravessar uma ponte sobre um riacho, vê sua imagem refletida na água. Diante disso, ele logo imagina que se trata de outro cachorro, com um pedaço de carne maior que o seu.
Então, ele deixa cair no riacho o pedaço que carrega, e ferozmente se lança sobre o cachorro refletido na água, para tomar o pedaço de carne que pensa ser maior que a sua.
Agindo assim ele perdeu a ambos. Aquele que tentou pegar na água, por se tratar de um simples reflexo, e o seu próprio, uma vez que ao largá-lo nas águas, a correnteza levou para longe.
Autor: Esopo
Moral da História: É um tolo e duas vezes imprudente, aquele que desiste do certo pelo duvidoso.
Então, ele deixa cair no riacho o pedaço que carrega, e ferozmente se lança sobre o cachorro refletido na água, para tomar o pedaço de carne que pensa ser maior que a sua.
Agindo assim ele perdeu a ambos. Aquele que tentou pegar na água, por se tratar de um simples reflexo, e o seu próprio, uma vez que ao largá-lo nas águas, a correnteza levou para longe.
Autor: Esopo
Moral da História: É um tolo e duas vezes imprudente, aquele que desiste do certo pelo duvidoso.
O Asno e o Velho Pastor
Um Pastor observava sossegado seu Asno a pastar em um verde campo. De repente, escuta ao longe, os gritos de uma tropa de soldados inimigos, que se aproxima rapidamente.
Então com medo de ser capturado pelo inimigo, ele implora ao animal, que este o carregue em suas costas, o mais rápido que puder, para não serem aprisionados. O Asno, com calma, lhe pergunta:
Senhor, por que eu deveria ter medo do inimigo? Você acha possível que o conquistador ponha em mim, além dos dois cestos de carga que carrego todo dia, mais outros dois?
Acho que não! - Lhe responde o Pastor.
Então, - Diz o animal - contanto que eu carregue os dois cestos que já carrego, que diferença faz a qual senhor estarei servindo?
Autor: Esopo
Moral da História: Ao mudar o governante, para o pobre, nada muda além do nome do seu novo senhor.
Então com medo de ser capturado pelo inimigo, ele implora ao animal, que este o carregue em suas costas, o mais rápido que puder, para não serem aprisionados. O Asno, com calma, lhe pergunta:
Senhor, por que eu deveria ter medo do inimigo? Você acha possível que o conquistador ponha em mim, além dos dois cestos de carga que carrego todo dia, mais outros dois?
Acho que não! - Lhe responde o Pastor.
Então, - Diz o animal - contanto que eu carregue os dois cestos que já carrego, que diferença faz a qual senhor estarei servindo?
Autor: Esopo
Moral da História: Ao mudar o governante, para o pobre, nada muda além do nome do seu novo senhor.
O Asno, A Raposa e o Leão
O Asno e a Raposa fizeram uma acordo, onde um protegeria o outro dos perigos. Assim com fome, entraram na floresta a procura de alimento. Não caminharam muito e logo encontraram um Leão.
A Raposa, vendo o perigo, aproximou-se do Leão e lhe sugeriu um acordo. Ajudaria ele a agarrar o Asno, desde que lhe desse a sua palavra de honra, de que ela não seria comida por ele.
Diante da promessa do Leão, a Raposa traria o Asno à uma gruta, e dizendo que ali ele estará em segurança, o convence a entrar.
O Leão ao ver já garantido o Asno que está encurralado na gruta, deu um bote e agarrou a Raposa. Mais tarde, com fome, voltou e atacou o Asno.
Autor: Esopo
Moral da História: O falso amigo convive apenas para tirar algum proveito do outro. Para obter êxito, usará da mentira e da deslealdade. Não respeitará sequer aqueles que chama de aliados. Nunca confie em concorrentes que se dizem amigos
A Raposa, vendo o perigo, aproximou-se do Leão e lhe sugeriu um acordo. Ajudaria ele a agarrar o Asno, desde que lhe desse a sua palavra de honra, de que ela não seria comida por ele.
Diante da promessa do Leão, a Raposa traria o Asno à uma gruta, e dizendo que ali ele estará em segurança, o convence a entrar.
O Leão ao ver já garantido o Asno que está encurralado na gruta, deu um bote e agarrou a Raposa. Mais tarde, com fome, voltou e atacou o Asno.
Autor: Esopo
Moral da História: O falso amigo convive apenas para tirar algum proveito do outro. Para obter êxito, usará da mentira e da deslealdade. Não respeitará sequer aqueles que chama de aliados. Nunca confie em concorrentes que se dizem amigos
As lebres e as Rãs
As lebres, animais envergonhados por natureza, sentiam-se oprimidas com tanto acanhamento. Como viviam, todo o tempo, com medo de tudo e de todos, cansadas, decidiram dar um fim às suas angústias.
Então, decidiram acabar com às suas vidas. Concluíram que assim resolveriam todos os seus problemas. Combinaram então que se jogariam do alto de um montanha, para as profundas e escuras águas de um lago.
Assim, quando correm para a montanha, várias Rãs que descansavam escondidas pela grama à beira do mesmo, tomadas de medo ante o barulho de suas pisadas, desesperadas, pulam na água, em busca de proteção.
Ao ver o medo que sentiam as Rãs em fuga, uma das Lebres disse às amigas:
Não mais devemos fazer isso que combinamos minhas amigas! Sabemos agora, que existem seres mais medrosas que nós.
Autor: Esopo
Moral da História: Julgar que nossos problemas são os mais importantes do mundo, não passa de ilusão.
Então, decidiram acabar com às suas vidas. Concluíram que assim resolveriam todos os seus problemas. Combinaram então que se jogariam do alto de um montanha, para as profundas e escuras águas de um lago.
Assim, quando correm para a montanha, várias Rãs que descansavam escondidas pela grama à beira do mesmo, tomadas de medo ante o barulho de suas pisadas, desesperadas, pulam na água, em busca de proteção.
Ao ver o medo que sentiam as Rãs em fuga, uma das Lebres disse às amigas:
Não mais devemos fazer isso que combinamos minhas amigas! Sabemos agora, que existem seres mais medrosas que nós.
Autor: Esopo
Moral da História: Julgar que nossos problemas são os mais importantes do mundo, não passa de ilusão.
A Mulher e a Galinha
Uma mulher tinha uma galinha, que todos os dias sem falta, botava um ovo.
Ela então pensava consigo mesma, como conseguiria fazer com que, ao invés de um, ela botasse dois ovos por dia.
Assim, disposta a conseguir atingir seu ideal, decidiu alimentar a galinha com um dobro de porção de ração.
A partir daquele dia, a galinha ficou gorda e preguiçosa, e nunca mais botou nenhum ovo.
Autor: Esopo
Moral da História: O Ganancioso, cedo ou tarde, acaba por se tornar vítima de sua própria ganância.
Ela então pensava consigo mesma, como conseguiria fazer com que, ao invés de um, ela botasse dois ovos por dia.
Assim, disposta a conseguir atingir seu ideal, decidiu alimentar a galinha com um dobro de porção de ração.
A partir daquele dia, a galinha ficou gorda e preguiçosa, e nunca mais botou nenhum ovo.
Autor: Esopo
Moral da História: O Ganancioso, cedo ou tarde, acaba por se tornar vítima de sua própria ganância.
A mula
Uma mula, sempre folgada, por não trabalhar e ainda assim ganhar generosas quantidades de milho como ração, vivia orgulhosa dentro do curral. Era toda vaidosa, e comportava-se como se fosse o mais importante animal do grupo. E confiante, falava consigo mesma:
Meu pai com certeza foi um grande e Belo Raça Pura. Fico orgulhosa por ter herdado todo seu espírito, graciosidade, resistência e beleza.
Pouco tempo depois, ao ser levada a uma longa marcha, como um simples animal de carga, cansada de tanto caminhar, exclama desconsolada:
Talvez tenha cometido um erro de avaliação. Meu pai, pode Ter sido apenas um simples Burro de carga.
Autor: Esopo
Moral da História: Ao desejar ser aquilo que não somos, estamos plantando dentro de nós a semente da frustração
Meu pai com certeza foi um grande e Belo Raça Pura. Fico orgulhosa por ter herdado todo seu espírito, graciosidade, resistência e beleza.
Pouco tempo depois, ao ser levada a uma longa marcha, como um simples animal de carga, cansada de tanto caminhar, exclama desconsolada:
Talvez tenha cometido um erro de avaliação. Meu pai, pode Ter sido apenas um simples Burro de carga.
Autor: Esopo
Moral da História: Ao desejar ser aquilo que não somos, estamos plantando dentro de nós a semente da frustração
As Árvores e o Marchado
Um homem foi à floresta e pediu às árvores, para que estas lhe doassem um cabo para o seu machado novo. O conselho das árvores então decide concordar com o seu pedido, e lhe dá uma jovem árvore para este fim.
E logo que o homem coloca o novo cabo no machado, começa furiosamente a usá-lo, e em pouco tempo, já tinha derrubado com seus fortes golpes, as maiores e mais nobres árvores daquela floresta.
Um velho Carvalho, observando a destruição à sua volta, comenta desolado com um Cedro seu vizinho:
O primeiro passo significou a perdição de todas nós. Se tivéssemos considerado os direitos daquela jovem árvore, também teríamos preservado os nossos, e poderíamos ficar de pé ainda por muitos anos.
Autor: Esopo
Moral da História: Quem menospreza seu semelhante, não deve se surpreender se um dia lhe fizerem a mesma coisa.
E logo que o homem coloca o novo cabo no machado, começa furiosamente a usá-lo, e em pouco tempo, já tinha derrubado com seus fortes golpes, as maiores e mais nobres árvores daquela floresta.
Um velho Carvalho, observando a destruição à sua volta, comenta desolado com um Cedro seu vizinho:
O primeiro passo significou a perdição de todas nós. Se tivéssemos considerado os direitos daquela jovem árvore, também teríamos preservado os nossos, e poderíamos ficar de pé ainda por muitos anos.
Autor: Esopo
Moral da História: Quem menospreza seu semelhante, não deve se surpreender se um dia lhe fizerem a mesma coisa.
A Galinha dos Ovos de Ouro
Um fazendeiro e sua esposa tinham uma galinha que, todo dia sem falta, botava um ovo de ouro.
Desconfiados de que dentro dela teria uma grande quantidade de ouro, mataram ela para enfim pegar tudo de uma só vez.
Então, para surpresa dos dois, viram que a galinha, em nada era diferente das outras.
Assim, o casal de tolos, desejando enriquecer de uma só vez, acabam por perder o ganho diário que já tinham.
Autor: Esopo
Moral da História: Quem tudo quer, tudo perde.
Desconfiados de que dentro dela teria uma grande quantidade de ouro, mataram ela para enfim pegar tudo de uma só vez.
Então, para surpresa dos dois, viram que a galinha, em nada era diferente das outras.
Assim, o casal de tolos, desejando enriquecer de uma só vez, acabam por perder o ganho diário que já tinham.
Autor: Esopo
Moral da História: Quem tudo quer, tudo perde.
A Formiga e a Pomba
Uma Formiga estava na margem de um rio bebendo água, e sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar.
Uma Pomba, que estava em uma árvore, sobre a água observando tudo, arranca uma folha e a deixa cair na correnteza perto da mesma. Subindo na folha a Formiga flutua em segurança até a margem.
Eis que pouco tempo depois, um caçador de pássaros, escondido pelas folhas da árvore, se prepara para apanhar a Pomba, colocando visgo no galho onde ela descansa, sem que ela perceba o perigo.
A Formiga, percebendo sua intenção, dá-lhe uma ferroada no pé. Do susto, ele deixa cair sua armadilha de visgo, e isso dá chance para que a Pomba acorde e voe para longe, a salvo.
Autor: Esopo
Moral da História: Quem é grato de coração, sempre encontrará uma oportunidade para demonstrar sua gratidão
Uma Pomba, que estava em uma árvore, sobre a água observando tudo, arranca uma folha e a deixa cair na correnteza perto da mesma. Subindo na folha a Formiga flutua em segurança até a margem.
Eis que pouco tempo depois, um caçador de pássaros, escondido pelas folhas da árvore, se prepara para apanhar a Pomba, colocando visgo no galho onde ela descansa, sem que ela perceba o perigo.
A Formiga, percebendo sua intenção, dá-lhe uma ferroada no pé. Do susto, ele deixa cair sua armadilha de visgo, e isso dá chance para que a Pomba acorde e voe para longe, a salvo.
Autor: Esopo
Moral da História: Quem é grato de coração, sempre encontrará uma oportunidade para demonstrar sua gratidão
A lebre e a tartaruga
Um dia, uma Lebre caçou das pequenas pernas e da lentidão da Tartaruga. A Tartaruga A sorriu e disse: "Pensa você ser veloz como o vento; Mas Eu a venceria numa corrida." A Lebre claro considerou sua afirmação algo impossível, e concordou o desafio. Chamaram então a Raposa, para servir de juiz, escolher o trajeto e o ponto de chegada.
E no dia marcado, do ponto inicial, partiram juntos. A Tartaruga, com seu passo lento, mas firme, decidida, em momento algum, parou de caminhar.
Mas a Lebre, confiante de sua velocidade, despreocupada com a corrida, deitou à margem da estrada para um rápido cochilo. Ao acordar, embora corresse o mais rápido que pudesse, não mais conseguiu alcançar a Tartaruga, que já atravessava a linha de chegada, e agora descansava tranqüila num canto.
Autor: Esopo
Moral da História: Ao trabalhador que realiza seu trabalho com zelo e persistência, sempre o êxito será o seu quinhão.
E no dia marcado, do ponto inicial, partiram juntos. A Tartaruga, com seu passo lento, mas firme, decidida, em momento algum, parou de caminhar.
Mas a Lebre, confiante de sua velocidade, despreocupada com a corrida, deitou à margem da estrada para um rápido cochilo. Ao acordar, embora corresse o mais rápido que pudesse, não mais conseguiu alcançar a Tartaruga, que já atravessava a linha de chegada, e agora descansava tranqüila num canto.
Autor: Esopo
Moral da História: Ao trabalhador que realiza seu trabalho com zelo e persistência, sempre o êxito será o seu quinhão.
A Raposa e as Uvas
Uma Raposa, morta de fome, viu ao passar, penduradas nas grades de uma viçosa videira, alguns cachos de Uvas negras e maduras.
Ela então usou de todos os seus dotes e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu.
Por fim deu meia volta e foi embora, e consolando a si mesma, meio desapontada disse:
Olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio. Autor: Esopo
Moral da História: Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade.
Ela então usou de todos os seus dotes e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu.
Por fim deu meia volta e foi embora, e consolando a si mesma, meio desapontada disse:
Olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio. Autor: Esopo
Moral da História: Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade.
O Leão, O Urso e A Raposa
Um Leão e um Urso capturaram um cervo, e em feroz luta, disputavam pelo direito de posse da presa.
Após terem lutado bastante, cansados e feridos, eles cairam no chão completamente exaustos.
Uma Raposa, que estava nas redondezas, à uma distância segura observando a tudo quieta, e vendo ambos caidos no chão e o cervo abandonado ali perto, passou correndo entre os dois, e de um bote agarrou-o com a boca e desapareceu no meio do mato.
O Leão e o Urso vendo aquilo, mas incapazes de impedir, disseram:
Ai de nós, que nos ferimos um ao outro apenas para garantir o jantar da Raposa!
Autor: Esopo
Moral da História: Algumas vezes acontece de alguém fazer todo trabalho pesado, e outro levar todo o lucro.
Após terem lutado bastante, cansados e feridos, eles cairam no chão completamente exaustos.
Uma Raposa, que estava nas redondezas, à uma distância segura observando a tudo quieta, e vendo ambos caidos no chão e o cervo abandonado ali perto, passou correndo entre os dois, e de um bote agarrou-o com a boca e desapareceu no meio do mato.
O Leão e o Urso vendo aquilo, mas incapazes de impedir, disseram:
Ai de nós, que nos ferimos um ao outro apenas para garantir o jantar da Raposa!
Autor: Esopo
Moral da História: Algumas vezes acontece de alguém fazer todo trabalho pesado, e outro levar todo o lucro.
O Corvo e o Jarro
Um Corvo, que estava sucumbindo de sede, viu lá do alto um Jarro, e na esperança de achar água dentro, vôou até lá com muita alegria.
Quando o alcançou, descobriu para sua tristeza, que o Jarro continha tão pouca água em seu interior, que era impossível retirá-la de dentro.
Ainda assim, ele tentou de tudo para alcançar a água que estava dentro do Jarro, mas como seu bico era curto demais, todo seu esforço foi em vão.
Por último ele pegou tantas pedras quanto podia carregar, e uma a uma colocou-as dentro da Jarra. Ao fazer isso, logo o nível da água ficou ao seu alcance do seu bico, e desse modo ele salvou sua vida. Autor: Esopo
Moral da História: A necessidade é a mãe de todas as invenções.
Quando o alcançou, descobriu para sua tristeza, que o Jarro continha tão pouca água em seu interior, que era impossível retirá-la de dentro.
Ainda assim, ele tentou de tudo para alcançar a água que estava dentro do Jarro, mas como seu bico era curto demais, todo seu esforço foi em vão.
Por último ele pegou tantas pedras quanto podia carregar, e uma a uma colocou-as dentro da Jarra. Ao fazer isso, logo o nível da água ficou ao seu alcance do seu bico, e desse modo ele salvou sua vida. Autor: Esopo
Moral da História: A necessidade é a mãe de todas as invenções.
O Lobo e a Garça
Um Lobo, ao se entalar com um pedaço de osso, combinou com uma Garça, para que esta colocasse a cabeça dentro da sua goela, e de lá pudesse retirá-lo. Em troca teria de lhe dar uma grande quantidade em dinheiro,
Quando a Garça retirou o osso e exigiu o seu pagamento, o Lobo, rosnando ferozmente, exclamou:
Ora, Ora! Você já foi devidamente recompensada. Quando permiti que sua cabeça saisse a salvo de dentro da minha boca, você já foi muito bem paga.
Autor: Esopo
Moral da História: Ao servir a alguém de má índole, não espere recompensas, e ainda agradeça caso o mesmo vire as costas e vá embora sem lhe fazer mal algum.
Quando a Garça retirou o osso e exigiu o seu pagamento, o Lobo, rosnando ferozmente, exclamou:
Ora, Ora! Você já foi devidamente recompensada. Quando permiti que sua cabeça saisse a salvo de dentro da minha boca, você já foi muito bem paga.
Autor: Esopo
Moral da História: Ao servir a alguém de má índole, não espere recompensas, e ainda agradeça caso o mesmo vire as costas e vá embora sem lhe fazer mal algum.
O Cervo Doente
Um Cervo doente e impossibilitado de andar, descansava quieto em um pequeno pedaço de pasto fresco.
E aqueles que se diziam seus amigos, então vieram em grande quantidade para saber de sua saúde. E cada um deles, servia-se à vontade da pouca grama daquele pequeno pasto, que lá estava para seu próprio sustento.
Assim ele morreu, não da doença da qual sofria, mas por falta de alimento, uma vez que não conseguia caminhar para ir buscar em outro lugar. Autor: Esopo
Moral da História: As más companhias sempre trazem mais infortúnios que alegrias.
E aqueles que se diziam seus amigos, então vieram em grande quantidade para saber de sua saúde. E cada um deles, servia-se à vontade da pouca grama daquele pequeno pasto, que lá estava para seu próprio sustento.
Assim ele morreu, não da doença da qual sofria, mas por falta de alimento, uma vez que não conseguia caminhar para ir buscar em outro lugar. Autor: Esopo
Moral da História: As más companhias sempre trazem mais infortúnios que alegrias.
O Lobo e a Ovelha
Um lobo, muito ferido devido à várias mordidas de cachorros, descansava doente e bastante alquebrado em sua toca.
Como estava com fome, ele chamou uma ovelha que passava ali perto, e pediu-lhe para trazer um pouco da água de um riacho que corria ao lado dela.
Assim, falou o lobo, se você me trouxer água, eu ficarei em condições de conseguir meu próprio alimento.
Claro, respondeu a ovelha, se eu levar água para você, sem dúvida eu serei esse alimento. Autor: Esopo
Moral da História: Um hipócrita não consegue disfarçar suas verdadeiras intenções, apesar das palavras gentis.
Como estava com fome, ele chamou uma ovelha que passava ali perto, e pediu-lhe para trazer um pouco da água de um riacho que corria ao lado dela.
Assim, falou o lobo, se você me trouxer água, eu ficarei em condições de conseguir meu próprio alimento.
Claro, respondeu a ovelha, se eu levar água para você, sem dúvida eu serei esse alimento. Autor: Esopo
Moral da História: Um hipócrita não consegue disfarçar suas verdadeiras intenções, apesar das palavras gentis.
A Lebre e o Cão de Caça
Um Cão de caça, depois de conseguir fazer com que uma Lebre a saísse de sua toca, e depois de uma longa perseguição, de repente para sua caçada.
Um Pastor de Cabras vendo-o parar, ridicularizou-o dizendo:
Aquele pequeno animal é corredor mais melhor que você.
E o Cão de caça exclama:
Você não vê a diferença que existe entre nós? Eu estava correndo apenas para conseguir um jantar, mas ele, corria por sua Vida. Autor: Esopo
Moral da História: O motivo pelo qual realizamos uma tarefa, é o que vai determinar sua qualidade final
Um Pastor de Cabras vendo-o parar, ridicularizou-o dizendo:
Aquele pequeno animal é corredor mais melhor que você.
E o Cão de caça exclama:
Você não vê a diferença que existe entre nós? Eu estava correndo apenas para conseguir um jantar, mas ele, corria por sua Vida. Autor: Esopo
Moral da História: O motivo pelo qual realizamos uma tarefa, é o que vai determinar sua qualidade final
O Leão e os Três Touros
Três touros, amigos desde infância , pastavam juntos e tranqüilos na selva.
Um Leão, escondido no mato, espreitava-os na esperança de fazer deles seu jantar, mas tinha medo de atacá-los enquanto estivessem juntos.
Mas, por meio de astuciosas e traiçoeiras palavras, ele conseguiu criar entre eles a desavença e separá-los.
Assim, tão logo eles pastavam sozinhos, atacou-os sem medo algum, e um após outro, foram sendo devorados sempre que sentia fome.
Autor: Esopo
Moral da História: União é força.
Um Leão, escondido no mato, espreitava-os na esperança de fazer deles seu jantar, mas tinha medo de atacá-los enquanto estivessem juntos.
Mas, por meio de astuciosas e traiçoeiras palavras, ele conseguiu criar entre eles a desavença e separá-los.
Assim, tão logo eles pastavam sozinhos, atacou-os sem medo algum, e um após outro, foram sendo devorados sempre que sentia fome.
Autor: Esopo
Moral da História: União é força.
O leão e o rato
Um Leão dormia sossegado, quando foi acordado por um Rato, que passava correndo em cima de seu rosto. Com um ataque ágil ele o agarrou, e estava pronto para matá-lo, ao que o Rato implorou:
Por favor, se o senhor me soltar, tenho certeza que um dia poderia retribuir sua bondade. Rindo por achar ridícula a idéia, assim mesmo, ele resolveu solta-lo.
Pouco tempo depois, o Leão caiu numa armadilha colocada por caçadores. Preso ao chão, amarrado por fortes cordas, sequer podia mexer-se.
O Rato, ouvindo seu rugido, se aproximou e roeu as cordas até deixá-lo livre. Então disse:
O senhor riu da idéia de que eu jamais seria capaz de ajudá-lo. Nunca esperava receber de mim qualquer favor em troca do seu! Mas agora sabe, que mesmo um pequeno Rato é capaz de retribuir um favor a um poderoso Leão.
Autor: Esopo
Moral da História: Os pequenos amigos podem se revelar os melhores e mais leais aliados.
Por favor, se o senhor me soltar, tenho certeza que um dia poderia retribuir sua bondade. Rindo por achar ridícula a idéia, assim mesmo, ele resolveu solta-lo.
Pouco tempo depois, o Leão caiu numa armadilha colocada por caçadores. Preso ao chão, amarrado por fortes cordas, sequer podia mexer-se.
O Rato, ouvindo seu rugido, se aproximou e roeu as cordas até deixá-lo livre. Então disse:
O senhor riu da idéia de que eu jamais seria capaz de ajudá-lo. Nunca esperava receber de mim qualquer favor em troca do seu! Mas agora sabe, que mesmo um pequeno Rato é capaz de retribuir um favor a um poderoso Leão.
Autor: Esopo
Moral da História: Os pequenos amigos podem se revelar os melhores e mais leais aliados.
Você sabia?
Que o maior número primo conhecido é
, que tem 2.098.960 dígitos e foi descoberto em 01/06/1999 por Nayan Hafratwala, um participante do GIMPS, um projeto cooperativo para procurar primos de mersenne.
Os professores da minha escola.
A professora de Matemática,
com suas contas complicadas,
falando em equações,
no Teorema de Pitágoras.
A professora de Português,
com seu modo indicativo,
falando em advérbios,
interjeições, substantivos.
A professora de Geografia,
com seus complexos regionais,
falando em sítios urbanos,
em pontos cardeais.
A professora de Ciências,
com seus ensinamentos ecológicos,
falando em evolução,
em estudos biológicos.
A professora de História,
com seus povos bizantinos,
falando na Idade Média,
no Imperador Constantino.
A professora de Inglês,
com seus don't, do e does,
falando em personal pronouns,
na diferença entre go e goes.
A professora de Artes,
com suas obras e seus artistas,
falando em artes ópticas,
em pintores surrealistas.
O professor de Educação Física,
com suas regras de voleibol,
falando sobre basquete,
em times de futebol.
Os professores da minha escola,
com suas matérias que às vezes não entendemos,
falando em todas as coisas,
que aos poucos vamos aprendendo.
com suas contas complicadas,
falando em equações,
no Teorema de Pitágoras.
A professora de Português,
com seu modo indicativo,
falando em advérbios,
interjeições, substantivos.
A professora de Geografia,
com seus complexos regionais,
falando em sítios urbanos,
em pontos cardeais.
A professora de Ciências,
com seus ensinamentos ecológicos,
falando em evolução,
em estudos biológicos.
A professora de História,
com seus povos bizantinos,
falando na Idade Média,
no Imperador Constantino.
A professora de Inglês,
com seus don't, do e does,
falando em personal pronouns,
na diferença entre go e goes.
A professora de Artes,
com suas obras e seus artistas,
falando em artes ópticas,
em pintores surrealistas.
O professor de Educação Física,
com suas regras de voleibol,
falando sobre basquete,
em times de futebol.
Os professores da minha escola,
com suas matérias que às vezes não entendemos,
falando em todas as coisas,
que aos poucos vamos aprendendo.
Ser amigo é ...
Amigo é aquele que aceita o outro com todos os seus defeitos, confia nele e se sente responsável pelo seu bem estar.
Amigo é como a luz, nos faz descobrir novos horizontes.
Amigos:
São lápis de cor trazendo alegria a essa nossa vida cinzenta.
São estrelas que guiam para um porto seguro.
São passos suaves na rua deserta.
São traços sensíveis na pele guerreira.
São lindas tatuagens com formas bonitas, pois ficam para sempre na vida da gente.
Amigo é como a luz, nos faz descobrir novos horizontes.
Amigos:
São lápis de cor trazendo alegria a essa nossa vida cinzenta.
São estrelas que guiam para um porto seguro.
São passos suaves na rua deserta.
São traços sensíveis na pele guerreira.
São lindas tatuagens com formas bonitas, pois ficam para sempre na vida da gente.
A amizade
Cresce aos poucos,
E quando estimada fica impossível de não tê-la mais.
A amizade é tão forte como o brilho do sol,
Tão grande como a lua,
Tão admirada como a paisagem mais bela.
A amizade cobiça fielmente a sinceridade,
A amizade é algo indecifrável,
Como uma língua sem tradução.
Ser amigo é ter prestígio
Ter conceito de companheirismo,
Benevolência perfeita.
A amizade é dotada de compreensão,
Completa de fiel felicidade.
Soneto para minha princesa
Só há lugar pra uma princesa.
É ela quem rege a melodia,
Quem mantém a chama acesa.
Meus dias eram todos iguais,
Quando enfim, ela apareceu.
Um barco atracou-se ao meu cais,
E a linda donzela desceu.
De súbito ganhaste a minh'alma,
E a todos em volta encantou.
Tiraste de mim toda a calma,
Quando pra mim, seus beijos negou.
E hoje, ainda assim a venero,
Mesmo sabendo, que ela nunca me amou.
É ela quem rege a melodia,
Quem mantém a chama acesa.
Meus dias eram todos iguais,
Quando enfim, ela apareceu.
Um barco atracou-se ao meu cais,
E a linda donzela desceu.
De súbito ganhaste a minh'alma,
E a todos em volta encantou.
Tiraste de mim toda a calma,
Quando pra mim, seus beijos negou.
E hoje, ainda assim a venero,
Mesmo sabendo, que ela nunca me amou.
Pra te fazer feliz
Sou alegria, sou a canção que emana da alma e do coração.
Sou o clarão de todas as manhãs iluminando teu dia.
O calor do sol, te aconchegando bem devagarinho.
A brisa brincalhona que toca a tua pele.
Sou pra você o som das águas cantando.
O som da mata despertando se pra vida.
O beijo estalado marcando teu rosto.
Um friozinho bailando em teu estômago.
Sou a melodia, pra te fazer sorrir e dançar.
Sou o amor capaz de te inebriar.
Sou a razão, sou a paixão, sou o coração.
Sou tudo que puder ser, pra te fazer muito feliz.
Sou o clarão de todas as manhãs iluminando teu dia.
O calor do sol, te aconchegando bem devagarinho.
A brisa brincalhona que toca a tua pele.
Sou pra você o som das águas cantando.
O som da mata despertando se pra vida.
O beijo estalado marcando teu rosto.
Um friozinho bailando em teu estômago.
Sou a melodia, pra te fazer sorrir e dançar.
Sou o amor capaz de te inebriar.
Sou a razão, sou a paixão, sou o coração.
Sou tudo que puder ser, pra te fazer muito feliz.
Bullying
Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.
Em 20% dos casos as pessoas são simultaneamente vítimas e agressoras de bullying, ou seja, em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma. Nas escolas, a maioria dos atos de bullying ocorre fora da visão dos adultos e grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida
Em 20% dos casos as pessoas são simultaneamente vítimas e agressoras de bullying, ou seja, em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma. Nas escolas, a maioria dos atos de bullying ocorre fora da visão dos adultos e grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Quem sou eu?
Não sei quem sou, que alma tenho.
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo.
Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)...
Sinto crenças que não tenho.
Enlevam-me ânsias que repudio.
A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta
traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha,
nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo.
Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos
que torcem para reflexões falsas
uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.
Como o panteísta se sente árvore (?) e até a flor,
eu sinto-me vários seres.
Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente,
como se o meu ser participasse de todos os homens,
incompletamente de cada (?),
por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço."
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo.
Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)...
Sinto crenças que não tenho.
Enlevam-me ânsias que repudio.
A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta
traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha,
nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo.
Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos
que torcem para reflexões falsas
uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.
Como o panteísta se sente árvore (?) e até a flor,
eu sinto-me vários seres.
Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente,
como se o meu ser participasse de todos os homens,
incompletamente de cada (?),
por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço."
A mais brilhante estrela
Foi numa noite em que eu
me sentia sozinha.
Nessa noite, como sempre fazia,
parei para olhar o céu,
a lua estava tão linda que
não pude deixar de admirá-la.
Eu parecia hipnotizada por sua beleza,
Por seu reflexo na água.
Mas por um minuto, algo mais forte
chamou-me a atenção: era uma estrela
que brilhava mais forte que as outras.
Parecia querer dizer-me algo,
Mas eu era incapaz de entender
E foi nessa hora que eu fiz um pedido àquela estrela.
Pedi que troxesse um amor pra mim.
E foi então que conheci
a mais bela e brilhante estrela: VOCÊ!
me sentia sozinha.
Nessa noite, como sempre fazia,
parei para olhar o céu,
a lua estava tão linda que
não pude deixar de admirá-la.
Eu parecia hipnotizada por sua beleza,
Por seu reflexo na água.
Mas por um minuto, algo mais forte
chamou-me a atenção: era uma estrela
que brilhava mais forte que as outras.
Parecia querer dizer-me algo,
Mas eu era incapaz de entender
E foi nessa hora que eu fiz um pedido àquela estrela.
E foi então que conheci
a mais bela e brilhante estrela: VOCÊ!
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Você sabia?
Durante nossa vida escolar ou em qualquer outra eventualidade, percebemos que o conhecimento histórico repassado pelos livros didáticos nunca foi capaz de abraçar todos os nossos interesses para com o passado. Muitas vezes, o poder que o livro e o professor têm de limitar o nosso conhecimento acaba transformando a História em algo incógnito e, algumas vezes, distante.
Apesar deste visível impasse, vemos que o tipo de conhecimento histórico produzido vem ganhando outros tons e possibilidades. Foi-se o tempo em que o historiador limitava seu campo de conhecimento às grandes instituições, documentos, personalidades e datas. Paulatinamente, os profissionais dessa área vêm descobrindo que existem outras coisas tão ricas e interessantes a serem vasculhadas.
O início desse processo de inovação já começa pelo tipo de documentação a ser utilizada pelos historiadores profissionais. Obras de arte, canções, poesias, romances, esculturas, diários pessoais e, até mesmo, depoimentos gravados vem permitindo outras possibilidades de diálogo e interpretação do passado. Geralmente, essas novas fontes permitem um contraponto às formas clássicas de se ver um determinado fato.
Para aqueles que acessam esta sessão, abrimos a oportunidade para que o usuário desvende alguns mitos e interpretações consolidadas. A título de exemplo, podemos aqui afirmar que os inconfidentes não sonhavam com independência do Brasil ou que os gladiadores romanos não eram tão robustos e violentos como os filmes costumam retratar. Duvida? Acesse os textos dessa “curiosa” sessão e descubra estes e muitos outros fascinantes detalhes do passado.
Apesar deste visível impasse, vemos que o tipo de conhecimento histórico produzido vem ganhando outros tons e possibilidades. Foi-se o tempo em que o historiador limitava seu campo de conhecimento às grandes instituições, documentos, personalidades e datas. Paulatinamente, os profissionais dessa área vêm descobrindo que existem outras coisas tão ricas e interessantes a serem vasculhadas.
O início desse processo de inovação já começa pelo tipo de documentação a ser utilizada pelos historiadores profissionais. Obras de arte, canções, poesias, romances, esculturas, diários pessoais e, até mesmo, depoimentos gravados vem permitindo outras possibilidades de diálogo e interpretação do passado. Geralmente, essas novas fontes permitem um contraponto às formas clássicas de se ver um determinado fato.
Para aqueles que acessam esta sessão, abrimos a oportunidade para que o usuário desvende alguns mitos e interpretações consolidadas. A título de exemplo, podemos aqui afirmar que os inconfidentes não sonhavam com independência do Brasil ou que os gladiadores romanos não eram tão robustos e violentos como os filmes costumam retratar. Duvida? Acesse os textos dessa “curiosa” sessão e descubra estes e muitos outros fascinantes detalhes do passado.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
lixo
Muito se tem discutido sobre as melhores formas de tratar e eliminar o lixo -- industrial, comercial, doméstico, hospitalar, nuclear etc. -- gerado pelo estilo de vida da sociedade contemporânea. Todos concordam, no entanto, que o lixo é o espelho fiel da sociedade, sempre tão mais geradora de lixo quanto mais rica e consumista. Qualquer tentativa de reduzir a quantidade de lixo ou alterar sua composição pressupõe mudanças no comportamento social.
A concentração demográfica nas grandes cidades e o grande aumento do consumo de bens geram uma enorme quantidade de resíduos de todo tipo, procedentes tanto das residências como das atividades públicas e dos processos industriais. Todos esses materiais recebem a denominação de lixo, e sua eliminação e possível reaproveitamento são um desafio ainda a ser vencido pelas sociedades modernas.
De acordo com sua origem, há quatro tipos de lixo: residencial, comercial, público e de fontes especiais. Entre os últimos se incluem, por exemplo, o lixo industrial, o hospitalar e o radioativo, que exigem cuidados especiais em seu acondicionamento, manipulação e disposição final. Juntos, os tipos doméstico e comercial constituem o chamado lixo domiciliar que, com o lixo público -- resíduos da limpeza de ruas e praças, entulho de obras etc. -- representam a maior parte dos resíduos sólidos produzidos nas cidades.
localização da america latina
A América Latina localiza-se totalmente no hemisfério ocidental, sendo atravessada pelo Trópico de Câncer, que corta a parte central do México; pela Linha do Equador, que passa pelo Brasil, Colômbia, Equador e toca o norte do Peru; e pelo Trópico de Capricórnio, que atravessa o Brasil, o Paraguai, a Argentina e o Chile.[1] Em relação aos hemisférios norte e sul, está distribuída de maneira irregular, pois a maior parte de suas terras estende-se ao sul da Linha do Equador.[1] As terras da América Latina, em sua quase totalidade, localizam-se na zona climática intertropical; uma pequena parte situa-se na zona temperada do norte e uma área bem maior está localizada na zona temperada do sul.[1] Os limites da América Latina são: ao norte, os Estados Unidos; ao sul, a confluência das águas dos oceanosAtlântico e Pacífico; a leste, o oceano Atlântico; e a oeste, o oceano Pacífico,[1]Belize, Guiana e Suriname. além da fronteira terrestre com
joinville
Joinville é a glória dos fundadores
Ao ladinho do Rio Cachoeira
Um dia o homem abre caminho
Plantou do trabalho a bandeira
E seu deu de corpo e alma ao pedaço de terra brasileira
Depois foram lutas e muitos sofrimentos
Mas nunca o herói ficou fraco.
Com sangue e com lágrimas
do seu próprio corpo teu solo regou.
E se hoje o bravo imigrante
Que tua semente plantou
Com força e o vigor de um gigante
Nas mãos em preces pediu a Deus ajuda.
Te visse resplandecendo, nascida da mata agressiva
Na cabeça a imagem da Pátria distante
Veria os outros aplaudindo o Brasil.
Ao ladinho do Rio Cachoeira
Um dia o homem abre caminho
Plantou do trabalho a bandeira
E seu deu de corpo e alma ao pedaço de terra brasileira
Depois foram lutas e muitos sofrimentos
Mas nunca o herói ficou fraco.
Com sangue e com lágrimas
do seu próprio corpo teu solo regou.
E se hoje o bravo imigrante
Que tua semente plantou
Com força e o vigor de um gigante
Nas mãos em preces pediu a Deus ajuda.
Te visse resplandecendo, nascida da mata agressiva
Na cabeça a imagem da Pátria distante
Veria os outros aplaudindo o Brasil.
O VELHO E A FLOR
Por céus e mares eu andei,
Vi um poeta e vi um rei
Na esperança de saber
O que é o amor.
Ninguém sabia me dizer,
Eu já queria até morrer
Quando um velhinho
Com uma flor assim falou:
O amor é o carinho,
É o espinho que não se vê em cada flor.
É a vida quando
Chega sangrando aberta
em pétalas de amor.
Vi um poeta e vi um rei
Na esperança de saber
O que é o amor.
Ninguém sabia me dizer,
Eu já queria até morrer
Quando um velhinho
Com uma flor assim falou:
O amor é o carinho,
É o espinho que não se vê em cada flor.
É a vida quando
Chega sangrando aberta
em pétalas de amor.
Soneto do amigo
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Preposições
As preposições a, de, em e por costumam associar-se a outras classes ou palavras. veja:
A+pronomes: àquele(s), àquela(s),aquilo
A+pronomes relativos : ao(s)qual(is),á(s)qual (is)
DE+artigos: do(s),da(s),dum(ns),dum(s)
DE+pronomes demonstrativos :deste(s),desta(s), disto desse(s),dessa(s),disso,daquele(s),daquela(s),daquilo.
DE+pronome indefinido:doutro(s),doutra(s)
DE+pronome relativo:do(s),qual(is),da(s)qual(is)
DE+pronome pessoal:dele(s),dela(s)
DE+advérbio:daquio,dali
EM+artigo:no(os),na(s),num(ns),num(a)
EM+pronome demontrativo:neste(s),nesta(s),nisto etc
EM+pronomes indefinido: noutro(s),noutra(s)
EM+pronome pessoal:nele(s),nela(s)
POR+artigo:pelo(s),pela(s).
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
prioridades
Na maioria das cidades modernas, o semáforo constitui o principal sinalização do trânsito. Com a opção de regulagem do tempo de preferência, cada via podem ser ajustados para levar em conta fatores tais como diferenças no volume de tráfego fato esse que em si já definiria a prioridade, entretanto existem exceções, em outros locais que não possuem esses recursos, são as trajetórias dos veículos que irão coincidir em seus deslocamentos que regularão a preferencial de um veículo sobre o outro.
regras de trânsito
Regras da estrada são as práticas e procedimentos gerais que os utilizadores das estradas seguem, especialmente motoristas e ciclistas. Elas governam as interações entre veículos distintos e pedestres.
Estas regras devem ser distinguidas dos procedimentos mecânicos exigidos para a operação de um veículo. Veja direção.
As regras básicas de trânsito são definidas por um tratado internacional sob a autoridade das Nações Unidas, a Convenção de Viena sobre Tráfego Rodoviário, de 1968. Nem todos os países são signatários da convenção de Viena e, mesmo entre os signatários, podem ser encontradas pequenas variações locais na prática.
O Brasil se tornou signatário da Convenção de Viena em 10 de dezembro de 1981 pelo Decreto n.º 86.714, havendo no texto da promulgação apenas algumas pequenas ressalvas.
Estas regras devem ser distinguidas dos procedimentos mecânicos exigidos para a operação de um veículo. Veja direção.
As regras básicas de trânsito são definidas por um tratado internacional sob a autoridade das Nações Unidas, a Convenção de Viena sobre Tráfego Rodoviário, de 1968. Nem todos os países são signatários da convenção de Viena e, mesmo entre os signatários, podem ser encontradas pequenas variações locais na prática.
O Brasil se tornou signatário da Convenção de Viena em 10 de dezembro de 1981 pelo Decreto n.º 86.714, havendo no texto da promulgação apenas algumas pequenas ressalvas.
trânsito
Trânsito é a utilização das vias por veículos motorizados, veículos não motorizados, pedestres e animais, para fins de circulação, parada ou estacionamento. Leis de trânsito são as leis que regem o tráfego e regulamentam os veículos, enquanto que leis da estrada são tanto as leis quanto as regras informais que se desenvolveram ao longo do tempo para facilitar e ordenar o fluxo preciso do trânsito.
Quando não ocorre crase.
(1) Antes da palavra masculina.
(2) Antes do verbo
(3) antes dos pronomes que não admitem o artigo.
(4) Antes de palavras no plural que nao sssão definidas pelo artigo.
(5) Entre palavras repetidas.
(6) Na expressão a distancia.
(2) Antes do verbo
(3) antes dos pronomes que não admitem o artigo.
(4) Antes de palavras no plural que nao sssão definidas pelo artigo.
(5) Entre palavras repetidas.
(6) Na expressão a distancia.
Quando ocorre crase.
(1) Antes da palavra feminina que admitem artigo, desde que o termo anterior exija preposição.
(2) com os pronomes demostrativos aquele, aquela, aqueles, aquelas e aqueles e aquilo, desde que o termo regente exija a preposição a.
(3) Com os pronomes a, as, quando demostrativos representando aquela ou aquelas, desde que o termo seguinte exija preposição.
(4) Antes dos pronomes relativos a qual ou as quais, desde que o termo regente exija preposição.
(5) Na indicação de horas.
(6) Nas locuções adverbiais, prepositivos ou conjuntivas femininas.
(2) com os pronomes demostrativos aquele, aquela, aqueles, aquelas e aqueles e aquilo, desde que o termo regente exija a preposição a.
(3) Com os pronomes a, as, quando demostrativos representando aquela ou aquelas, desde que o termo seguinte exija preposição.
(4) Antes dos pronomes relativos a qual ou as quais, desde que o termo regente exija preposição.
(5) Na indicação de horas.
(6) Nas locuções adverbiais, prepositivos ou conjuntivas femininas.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
crase
Representa-se graficamente a crase pelo acento grave os casos mais comuns de crase envolvem a preposição a e os artigos definidos a ou as. Por isso para saber se ocorre crase ou nao, é preciso verificar se a palavra a e se a outra exige a preposição a e se a palavra que se segue admite o artigo a ou as.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Minha analíse
Eu achei a charge legal, porque é uma forma criativa de falar o que todos pensam, com muito humor e criatividade.Pois eles falam sobre política que é um assunto tão chato, fazem ficar muito mais animado e divertido.
charge
A charge é um desenho ou uma pequena história em quadrinhos que possui um caráter humorístico e crítico. Destacam-se pela criatividade e abordagem de temas da atualidade. Os personagens geralmente são desenhados seguindo o estilo de caricaturas.
As charges são elaboradas por desenhistas e podem retratar diversos temas como, por exemplo, assuntos cotidianos, política, futebol, economia, ciência, relacionamentos, artes, consumo, etc.
As charges costumam ser publicadas em jornais, revistas, livros, etc. Com o desenvolvimento da Internet, apareceram vários sites especializados em apresentar charges animadas elaboradas em linguagem flash.
As charges são elaboradas por desenhistas e podem retratar diversos temas como, por exemplo, assuntos cotidianos, política, futebol, economia, ciência, relacionamentos, artes, consumo, etc.
As charges costumam ser publicadas em jornais, revistas, livros, etc. Com o desenvolvimento da Internet, apareceram vários sites especializados em apresentar charges animadas elaboradas em linguagem flash.
sábado, 3 de setembro de 2011
Verbos
São palavras que indicam ações ou exprimem o que se passa. E tem a prioridade de localizar o fato no tempo, em relção ao momento em que se fala. São variaveis, podem sofre flexão de tempo modo, pessoas e números.
Há tres tempos verbais: presente, pretérito (passado) e futuro. O presente indica uma ação estado ou fenômeno da natureza que ocorre no momento que se fala; o pretérito (passado), por sua vez aplica-se a fatos anteriores do momento da fala, e o futuro, algo que ira ocorrer após o momento em que se fala. o pretérito se divide em perfeito e imperfeito.
Há tres tempos verbais: presente, pretérito (passado) e futuro. O presente indica uma ação estado ou fenômeno da natureza que ocorre no momento que se fala; o pretérito (passado), por sua vez aplica-se a fatos anteriores do momento da fala, e o futuro, algo que ira ocorrer após o momento em que se fala. o pretérito se divide em perfeito e imperfeito.
Verbos no passado
O outor de memórias literárias usa os verbos para marca um tempo do passado.
Vamos tratar dos tempos verbais essenciais no gênero memórias:
pretérito perfeito e pretérito imperfeito.
Vamos tratar dos tempos verbais essenciais no gênero memórias:
pretérito perfeito e pretérito imperfeito.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Coisas que não saem da memória.
História do passado
Eu deveria ter naquela época sete anos.Era uma manhã de quarta-feira,quando minha avó foi para o hospital.Ela estava muito doente e todos os seus filhos(a) estavam ali ao seu redor. Às nove horas da noite, saiu a triste noticia: minha avó infelizmente morreu. Estavam todos arrasados com a triste notícia.
No dia seguinte, o meu pai me acordou bem cedinho para me dar a triste notícia; fiquei chocada logo ao acordar! Lembro perfeitamente: eu e meus primos sentados do ladinho da porta da casa de minha vó, esperando todos chegarem para o velório. Eu estava arrasada, sem chão só de pensar em viver sem minha vó. Mas a vida continuou. Hoje estou em Santa Catarina, um lugar que nem imaginava que existia.Hoje estou feliz ,levando a vida.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Memória
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como o dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de intereses o própio memorialista e são,por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
O gênero literário conhecido como memória compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registra fatos politícos e sociais,paisagens,costume e tendêcias artistícas.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Verbos
Os verbos haver e existir podem ser usados como sinônimos.Na línguagem formal,porém,possuem empregos diferentes.
As orações com verbo existir sempre se constroem com sujeito:
existe uma proposta para a educação?
verbo singular sujeito singular
existem verbas para a educação?
verbo plural sujeito plural
O verbo haver, com sentido de existir, não apresenta sujeito,mantendo-se
sempre na 3.ª pessoa do singular.
Há uma proposta para educação?
3.ª pessoa do singular
Há verbas para a educação?
3.ª pessoa do singular
na linguagem coloquial, é corrente o uso do verbo ter com sentido de hever.Por exemplo: Tem muita gente nesta sala.(no lugar de"Há muita gente nesta sala".)
As orações com verbo existir sempre se constroem com sujeito:
existe uma proposta para a educação?
verbo singular sujeito singular
existem verbas para a educação?
verbo plural sujeito plural
O verbo haver, com sentido de existir, não apresenta sujeito,mantendo-se
sempre na 3.ª pessoa do singular.
Há uma proposta para educação?
3.ª pessoa do singular
Há verbas para a educação?
3.ª pessoa do singular
na linguagem coloquial, é corrente o uso do verbo ter com sentido de hever.Por exemplo: Tem muita gente nesta sala.(no lugar de"Há muita gente nesta sala".)
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